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Por que se apaixonar faz a fome ir embora?

Deuses do Amor - Última atualização: 23 de abril de 2026

Quando Cupido atira sua flecha, nosso corpo reage com uma verdadeira revolução química. Surpreendentemente, amor e fome estão ligados: muitos apaixonados percebem uma diminuição do apetite, mesmo vivendo momentos de intensa excitação emocional.


A primeira fase do amor

Apaixonar-se muda a percepção do mundo: tudo parece mais colorido, intenso, “rosa”. O período inicial dura de seis meses a um ano, tempo em que o estresse romântico e a euforia transformam comportamentos e sensações:

  • A mente fica dominada pelo objeto de amor.
  • A atenção é monopolizada pelo parceiro, dificultando concentração em outras atividades.
  • Sentimentos de dependência e obsessão podem surgir, lembrando sintomas de abstinência.

Durante essa fase, mudar o comportamento de quem se apaixonou é quase impossível: tudo depende de respostas hormonais e químicas do corpo, ativando receptores emocionais no cérebro.


O hormônio do amor: oxitocina

Ao dizer “eu te amo”, uma explosão de felicidade toma conta do corpo:

  • O coração bate mais rápido.
  • A respiração se intensifica.
  • O apetite diminui.
  • Mulheres sentem-se mais bonitas e homens mais fortes.

O cérebro libera oxitocina, conhecida como o “hormônio do amor”, que funciona de forma semelhante às substâncias opiáceas, ativando o prazer e fortalecendo o vínculo afetivo.


Neurotransmissores e sensações fisiológicas

Além da oxitocina, o cérebro aumenta a produção de:

  • Dopamina: sensação de recompensa e euforia.
  • Norepinefrina: acelera o coração e a energia.
  • Feniletilamina (PEA): entusiasmo e excitação amorosa, reduzindo sono, fadiga e apetite.

Essas substâncias explicam por que o amor nos deixa cheios de energia, animados e às vezes sem fome. Não é apenas poesia: o amor literalmente nos “alimenta” de energia emocional.


As fases do amor e seus efeitos

  1. Dentro de um minuto: estômago contrai, pressão arterial aumenta, mente turva.
  2. Após cinco meses: energia intensa, crises de abstinência se o ente querido está ausente.
  3. Depois de um ano: níveis hormonais se equilibram, o apetite volta e você pode até ganhar peso.

Um aviso sobre o amor

Apaixonar-se é maravilhoso, mas possessividade e controle transformam o amor em doença. Uma relação patológica que não respeita a autonomia do outro nunca é saudável e tende a ruir cedo ou tarde.

E lembre-se: mesmo que o amor acabe com a fome por um tempo, nunca subestime o prazer de uma boa massa ou de uma pizza — afinal, o corpo também ama comida!


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